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5out2020

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22abr2019

Há uma tragédia silenciosa que está se desenvolvendo hoje em nossas casas e diz respeito às nossas joias mais preciosas: nossos filhos. Nossos filhos estão em um estado emocional devastador! Nos últimos 15 anos, os pesquisadores nos deram estatísticas cada vez mais alarmantes sobre um aumento agudo e constante da doença mental da infância que agora está atingindo proporções epidêmicas:

As estatísticas:

  • Um aumento de 43% no TDAH (Transtorno de déficit de atenção com hiperatividade) foi observado;
  • Um aumento de 37% na depressão em adolescente foi observado;
  • Um aumento de 200% na taxa de suicídio foi observado em crianças de 10 a 14 anos.

O que está acontecendo e o que estamos fazendo de errado?

As crianças de hoje estão sendo estimuladas e superdimensionadas com objetos materiais, são privadas dos conceitos básicos de uma infância saudável, tais como:

  • Pais emocionalmente disponíveis;
  • Limites claramente definidos;
  • Responsabilidades;
  • Nutrição equilibrada e sono adequado;
  • Movimento em geral, mas especialmente ao ar livre;
  • Jogo criativo, interação social, oportunidades de jogos não estruturadas e espaços para o tédio.

Em contraste, nos últimos anos as crianças foram preenchidas com:

Pais digitalmente distraídos;

Pais indulgentes e permissivos que deixam as crianças “governarem o mundo” e sem ter quem estabeleça as regras;

Um sentido de direito, de obter tudo sem merecê-lo ou ser responsável por obtê-lo;

Sono inadequado e nutrição desequilibrada;

Um estilo de vida sedentário;

Estimulação sem fim, armas tecnológicas, gratificação instantânea e ausência de momentos chatos.

O que fazer?

Se queremos que nossos filhos sejam indivíduos felizes e saudáveis, temos que acordar e voltar ao básico. Ainda é possível! Muitas famílias veem melhorias imediatas após semanas de implementar as seguintes recomendações:

Defina limites e lembre-se de que você é o capitão do navio. Seus filhos se sentirão mais seguros sabendo que você está no controle do leme.

Oferecer às crianças um estilo de vida equilibrado, cheio do que elas PRECISAM, não apenas o que QUEREM. Não tenha medo de dizer “não” aos seus filhos se o que eles querem não é o que eles precisam.

Fornecer alimentos nutritivos e limitar a comida lixo.

Passe pelo menos uma hora por dia ao ar livre fazendo atividades como: ciclismo, caminhadas, pesca, observação de aves/insetos, olhando as estrelas.

Desfrute de um jantar familiar diário sem smartphones ou tecnologia para distraí-lo.

Jogue jogos de tabuleiro como uma família ou, se as crianças são muito jovens para os jogos de tabuleiro, deixe-se guiar pelos seus interesses e permita que sejam eles que mandem no jogo.

Envolva seus filhos em trabalhos de casa ou tarefas de acordo com sua idade (dobrar a roupa, arrumar brinquedos, dependurar roupas, colocar a mesa, alimentação do cachorro etc.)

Implementar uma rotina de sono consistente para garantir que seu filho durma o suficiente. Os horários serão ainda mais importantes para crianças em idade escolar.

Ensinar responsabilidade e independência. Não os proteja excessivamente contra qualquer frustração ou erro. Errar os ajudará a desenvolver a resiliência e a aprender a superar os desafios da vida.

Não carregue a mochila dos seus filhos, não lhes leve a tarefa que esqueceram, não descasque as bananas ou descasque as laranjas se puderem fazê-lo por conta própria (4-5 anos).

Em vez de dar-lhes o peixe, ensine-os a pescar.

Ensine-os a esperar e atrasar a gratificação.

Fornecer oportunidades para o “tédio”, uma vez que o tédio é o momento em que a criatividade desperta. Não se sinta responsável por sempre manter as crianças entretidas.

Não use a tecnologia como uma cura para o tédio ou ofereça-a no primeiro segundo de inatividade.

Evite usar tecnologia durante as refeições, em carros, restaurantes, shopping centers.

Use esses momentos como oportunidades para socializar e treinar cérebros para saber como funcionar quando no modo “tédio”.

Ajude-os a criar uma “garrafa de tédio” com ideias de atividade para quando estão entediadas.

Estar emocionalmente disponível para se conectar com as crianças e ensinar-lhes autorregulação e habilidades sociais.

Desligue os telefones à noite quando as crianças têm que ir para a cama para evitar a distração digital.

Torne-se um regulador ou treinador emocional de seus filhos. Ensine-os a reconhecer e gerenciar suas próprias frustrações e raiva.

Ensine-os a dizer “olá”, a se revezar, a compartilhar sem se esgotar de nada, a agradecer e agradecer, reconhecer o erro e pedir desculpas (não forçar), ser um modelo de todos esses valores.

Conecte-se emocionalmente – sorria, abrace, beije, faça cócegas, leia, dance, pule, brinque ou rasteje com elas.

AMAR EM GESTOS FAZ BEM EM TODAS AS IDADES.

(Traduzido de: The silent tragedy affecting today’s children)

17set2018
Aconteceu no dia 06 de setembro de 2018 a Conferência de Meninos e Meninas de Maringá, organizado pela Secretaria de Assistência Social e Cidadania – Sasc e o Conselho dos Direitos da Criança e do Adolescente – CMDCA, na instituição Lar Escola da Criança de Maringá, onde crianças e adolescentes da Associação Cultural e Educação Infantil Menino Jesus, foram convidados a participar. O evento teve como objetivo levantar propostas para garantir os direitos do publico alvo, o tema explanado foi “Violência com rompimentos de vínculos”. No período da manhã todas as crianças e adolescentes de diversas instituições tiveram uma acolhida com um café da manhã, após aconteceu uma apresentação cultural e uma dinâmica sobre o ECA – Estatuto da criança e do adolescente, sendo este um momento de descontração e socialização. No período da tarde foram realizadas diversas oficinas na área de educação, lazer, esporte, transporte, cultura, saúde, assistência social, habitação e direitos humanos. Momentos como este é de grande relevância para a construção da cidadania e do protagonismo das crianças e adolescentes. Joelma Estevam – Assistente Social CMJ
13jul2018

A infância é uma das fases mais relevantes na formação de um indivíduo afinal, é nesse momento que os preceitos básicos da vida são aprendidos. Para que a criança cresça e se torne um adulto com capacidade de organização e sabendo que há momentos certos para a realização de suas atividades, é necessário se preocupar em estabelecer uma rotina na educação infantil. Com hábitos bem estruturados, as crianças têm capacidade de desenvolver seu aprendizado de forma segura, tendo consciência de quais serão os próximos passos a serem seguidos e desenvolvendo mais disciplina.

No início do dia, é indispensável que os educadores acolham e motivem seus alunos para que eles entendam que aquele é o momento de começar a focar na rotina, a fase de recepção consiste no primeiro contato do dia, o que passa confiança à criança. A utilização de música pode ser um ótimo estímulo na iniciação das atividades: além de despertar a  atenção, os sons estimulam os movimentos e a criatividade.

É interessante aqui reforçar a ideia de que a rotina deve prever pouca espera das crianças, principalmente durante os períodos de higiene e de alimentação.

Não devemos separar o “cuidar” do “educar”. Uma das preocupações básicas das atividades de cuidado pessoal é com a saúde, entendendo a saúde como sendo o bem-estar físico, psicológico e social da criança. A higiene, o sono e a alimentação são algumas das principais condições para a sua vida.

O interessante é propor atividades à criança e deixá-la segura para escolher a forma de participar. Isso significa respeitar seu ritmo, confiar na criança, na sua capacidade de ação e na liberdade que tem para expressar seus sentimentos.

Depois de cumprir todas as tarefas, elas também precisam descansar a mente. Por isso, é indispensável promover brincadeiras para complementar a rotina na educação infantil. Com essas atividades, é possível beneficiar tanto o crescimento do corpo quanto desenvolver a parte intelectual por meio da imaginação. E o melhor de tudo: elas se divertem!

Na hora da despedida, a demonstração de afeto dos educadores cria um laço de confiança com as crianças e faz com que elas se sintam seguras e que são bem recebidas na creche.

Prof. Fátima Rocha.

30maio2018

Algumas apresentações dos adolescentes do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos No Auditório Joaquim Lauer – Unicesumar. Participação no Evento para as organizações do Terceiro Setor, realizado pela AMOSC. Mais vídeos no nossos canais, Youtube e Facebook.

12abr2018

Ao nascer, a criança se depara com um universo totalmente desconhecido. Dia a dia, ao se relacionar com a mãe, o pai e familiares. Ela começa a perceber o mundo e a se perceber como um indivíduo. O ser humano se constitui na relação com o outro, passando pelas significações que este lhe atribui.

Ao entrar na escola principalmente na Educação Infantil, as relações se ampliam e as crianças passam a interagir com outros adultos e, também, com diferentes crianças, que vieram de diferentes famílias, com culturas, valores e atitudes distintas. Compreende-se que a criança se constitui e se desenvolve pelas interações, relações e práticas cotidianas a ela proporcionadas e por ela estabelecidas, com adultos e crianças de diversas origens, nos contextos em que ela se insere. Por isso, nas relações sociais, trabalhamos habilidades sócio emocionais, por meio dos jogos, dos trabalhos em pequenos grupos e das brincadeiras no parque e no pátio, que desenvolvemos habilidades que serão usadas durante a vida toda de nossos alunos, tais como a forma de adaptar-se a algo novo, a capacidade de construir coletivamente e a sensibilidade para olhar para o outro.

Proporcionamos aos alunos as mais diferentes situações de aprendizagem, tendo sempre um adulto ao seu lado dando suporte, para que aprendam pouco a pouco a se socializar e interagir de forma significativa. Assim, a criança vai se socializando, criando vínculos e formando os seus valores a partir do convívio com os outros.

Carina Scacco Coordenadora Pedagógica.

14mar2018

O Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos de 06 a 15 anos é um serviço da política da assistência social que atende, nesta instituição, 200 crianças e adolescentes. Tem como objetivo principal desenvolver ações formativas com ênfase na participação e cidadania, primando pelo desenvolvimento do protagonismo e da autonomia deste público, com fundamento em experiências lúdicas, culturais e esportivas, visando o estabelecimento de suas formas de expressão, interação, aprendizagem, sociabilidade e proteção social, contribuindo assim para o fortalecimento dos vínculos familiares, comunitários e sociais, bem como a redução da vulnerabilidade e dos riscos sociais. Para que alcancemos estes objetivos no ano de 2018 serão desenvolvidas oficinas praticas de Informática, Cultura Urbana, Recreação, Esportes Coletivos, Dança, Arte de todas as artes, Rádio, Fotografia, Teatro, Esportes urbanos, Arte circense e Música. Ainda serão trabalhados nas oficinas de convívio temas como: Direitos humanos e socioassistenciais, Saúde, Meio ambiente, Trabalho, Cultura, Esporte, Lazer, Ludicidade e Brincadeiras. Este trabalho visa à convivência e a participação de todos os envolvidos, primando na melhoria na qualidade de vida de cada um e reduzindo possíveis situações de riscos e vulnerabilidade social.

Joelma Estevam – Assistente Social  e Vivian Serenini – Coordenadora Social

24mar2015

Comemorando o aniversário de 48 anos da Creche Menino Jesus, os Educadores desenvolveram com os alunos diversas atividades. A Educadora Elisangela fez um Tour pela Instituição com as crianças do Infantil IV e V para conhecerem todos os ambientes que, na rotina diária não frequentam, visualizando as pessoas e os trabalhos que cada uma delas realiza. Em todos os setores as crianças foram recebidas com muita alegria e carinho pelos funcionários. Foi um passeio muito animado.